Exposições
Exposição individual de Ernesto Shikhani | 14.4 - 30.5.2015
PERVE GALERIA | Localização: mapa | HORÁRIO: 2ª feira a Sábado, das 14h às 20h
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Cinco anos após o falecimento de Ernesto Shikhani e no momento em que se assinalam 40 anos da independência de Moçambique, seu país de origem, a PERVE GALERIA realiza uma exposição individual alargada a cinco décadas da sua produção artística.
São mais de meia centena as obras de pintura, desenho e escultura em exibição, sobressaindo uma invulgar escultura patinada e um conjunto de trabalhos inéditos de pinturas sobre papel que reportam à fase inicial do seu percurso artístico (década de 1960).
Entre as obras que se apresentam, estão algumas das mais surpreendentes pinturas a óleo, de grandes dimensões, que integraram a primeira exposição individual que Shikhani realizou em Portugal, ainda no período da ditadura e na sequência da atribuição, em 1973, de uma bolsa artística da Fundação Calouste Gulbenkian.
Tendo em conta a conjuntura política que se vivia e o carácter veementemente revolucionário da sua criação plástica, Ernesto Shikhani vê, nessa ocasião, ser-lhe retirada a bolsa, sendo forçado a regressar a Moçambique sem as obras expostas.
Deixadas em Lisboa à guarda de amigos, as obras permaneceram ocultas por várias décadas, tendo sido resgatadas em 2004 - altura em que realizámos a primeira exposição individual do autor na Perve Galeria. Mesmo hoje, dada a sua singularidade, dimensão e importância, são obras que não deixam ninguém indiferente.
Por tudo isto, esta mostra constitui uma boa oportunidade para conhecer ou rever, de forma transversal, a obra deste autor fundamental na produção plástica africana.
Patente, na PERVE GALERIA, até dia 30 de Maio, de 2ª a Sábado das 14h às 20h.
Benjamin Marques e Eurico Gonçalves em exposição | 14.10 > 15.11.2014

Exposição Antológica de Agostinho Santos |20.11 > 20.12.2014
PERVE GALERIA | Localização: mapa | HORÁRIO: 2ª feira a Sábado, das 14h às 20h
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A Perve Galeria de Alfama apresenta de 20 de Novembro a 20 de Dezembro a exposição antológica: “Agostinho Santos. Da profundidade da cor e outras matérias sensíveis”
A mostra assinala os 30 anos de percurso artístico de Agostinho Santos, sendo a primeira exposição deste histórico artista portuense a ser realizada numa galeria de arte de Lisboa.
A exposição constitui uma revisão abrangente da obra do autor, sendo cerca de setenta os trabalhos patentes - entre desenhos, pinturas, instalações e objectos artísticos – que enquadram uma reflexão em torno do seu espaço vivencial e de criação.
Valter Hugo Mãe realiza a propósito da apresentação desta mostra um interessante texto que alude precisamente a Agostinho Santos e ao espaço de criação que é o seu atelier. O texto é disponibilizado abaixo (ou AQUI).
Curadoria: Carlos Cabral Nunes
14º Aniversário da Perve Galeria | 15 Mar - 12 Abr 2014
Clique para ver: Imagens em Alta Resolução | Catálogo
A PERVE GALERIA de Alfama e a CASA DA LIBERDADE - Mário Cesariny apresentam de 15 de Março a 12 de Abril uma exposição comemorativa, que assinala os 14 anos de existência da Perve Galeria.
Esta mostra coletiva perpassa retrospetivamente as exposições e iniciativas realizadas ao longo dos últimos 12 meses e, simultaneamente, documenta o percurso empreendido pela galeria ao longo de quase década e meia de vida desta galeria que, tendo por base um programa abrangente e ambicioso, das artes da Lusofonia, ao Surrealismo, ao experimentalismo e aos caminhos multidisciplinares da contemporaneidade, se tem vindo a afirmar progressivamente no meio artístico nacional e internacional.
A CASA DA LIBERDADE - Mário Cesariny, a mais recente e importante realização da PERVE GALERIA, junta-se também à celebração, evocando e mostrando um acervo documental que retrata estes 14 anos de percurso galerístico.
Por entre pintura, objetos artísticos, instalações, filmes e documentos inéditos, o espectador é conduzido no enredo que retrata o nascimento e o desenvolvimento da galeria, os seus espaços, as suas opções estéticas e curatoriais, evidenciando-se a estruturação e sedimentação dos diferentes caminhos que a caracterizam hoje.
Assinalam-se ainda os 14 anos das edições artísticas da galeria, que somam já mais de 150 títulos lançados e aos quais se juntou recentemente o 1º Volume da monumental obra que Isabel Meyrelles realizou ao longo de 30 anos e que agora também se expõe: “Poéticas Pós-Pessoa - Antologia do Surrealismo e suas derivações em Portugal”.

Registo(s) de Viver de Alberto Pimenta | 21 Jan - 1 Mar 2014
A CASA DA LIBERDADE - Mário Cesariny e a PERVE GALERIA de Alfama dão início à temporada de 2014 com a inauguração da exposição “Registo(s) de Viver” de Alberto Pimenta no dia 21 de Janeiro, às 18h.
Propondo a redescoberta de um autor seminal das artes performativas e do experimentalismo em Portugal sob o prisma da sua insondada e valiosíssima produção plástica, a exposição Registo(s) de Viver assume a forma de homenagem quando se consumam os 50 anos de uma carreira pautada pela abrangência de meios de expressão artística e pelo carácter crítico e irreverente.
É consensual que Alberto Pimenta é uma figura fundamental nos campos da poesia e performance, na intervenção, no pensamento e no experimentalismo, todavia pouco se sabe do seu (intenso e imenso) labor plástico.
“Registo(s) de Viver” propõe precisamente a redescoberta de Alberto Pimenta sob o prisma da sua valiosíssima produção plástica e é fascinante constatar que as obras realizadas em 2010, agora em exibição, vão ao encontro das suas obras iniciais - produzidas nos anos 1960/70 -, ainda que utilizando técnica e expressão diferenciada.
Irradiando a pluralidade de tão vasta obra, a mostra faz-se habitar de pinturas-colagem, poesia visual, poesia fonética, ficção, crítica, happenings e performances, entre os demais géneros artísticos que permitem distinguir Alberto Pimenta como um autor de uma diversidade consistente.
Dessa diversidade nasceu também o livro objeto-artístico "Registo de viver" que agora se relança e que conjuga a edição limitada do poema homónimo com um filme em DVD da performance fonética/poética que lhe subjaz, realizada pelo autor e pela soprano Manuela Moniz no início de 2010.
A exposição conta ainda com a intervenção de vários artistas que dão corpo ao tributo e entre os quais se destacam Fernando Aguiar e Rui Zink.
>>> Clique para ver: Imagens em Alta Resolução | Catálogo | Livro-objecto Artístico "Registo de Viver" | Dossier de Imprensa
A CASA DA LIBERDADE - Mário Cesariny e a Perve Galeria de Alfama dão início à temporada de 2014 com a inauguração da exposição “Registo(s) de Viver” de Alberto Pimenta no dia 21 de Janeiro, às 18h, propondo a redescoberta de Alberto Pimenta sob o prisma da sua insondada e valiosíssima produção plástica.
Promovendo a redescoberta da obra plástica de um autor seminal das artes performativas e do experimentalismo em Portugal, a exposição Registo(s) de Viver de Alberto Pimenta assume a forma de homenagem quando se consumam os 50 anos de uma carreira pautada pela abrangência de meios de expressão artística e pelo carácter crítico e irreverente.
É consensual que Alberto Pimenta é uma figura fundamental nos campos da poesia e performance, na intervenção, no pensamento e no experimentalismo, todavia pouco se sabe do seu (intenso e imenso) labor plástico.
“Registo(s) de Viver” propõe precisamente a redescoberta de Alberto Pimenta sob o prisma da sua valiosíssima produção plástica e é fascinante constatar que as obras realizadas em 2010, agora em exibição, vão ao encontro das suas obras iniciais - produzidas nos anos 1960/70 -, ainda que utilizando técnica e expressão diferenciada.
Irradiando a pluralidade de tão vasta obra, a mostra faz-se habitar de pinturas-colagem, poesia visual, poesia fonética, ficção, crítica, happenings e performances, entre os demais géneros artísticos que permitem distinguir Alberto Pimenta como um autor de uma diversidade consistente.
Dessa diversidade nasceu também o livro objeto-artístico "Registo de viver" que agora se relança e que conjuga a edição limitada do poema homónimo com um filme em DVD da performance fonética/poética que lhe subjaz, realizada pelo autor e pela soprano Manuela Moniz no início de 2010.
A exposição conta ainda com a intervenção de vários artistas que dão corpo ao tributo e entre os quais se destacam Fernando Aguiar e Rui Zink.


