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Flowing Upstream by Martin Wöllenstein at VOLTA Basel | Hall 4.U, Congress Center, Messeplatz 21, Basel | 16 - 21 June 2026

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ENG| Perve Galeria is pleased to present Flowing Upstream, a special project by Martin Wöllenstein (Switzerland), at VOLTA Basel 2026, taking place at Messeplatz Basel, from June 16 to 21, 2026.

Developed in collaboration with the Supreme Masqueraders Society (Ghana) and curated by Carlos Cabral Nunes, the project transforms materials from the Ankos festivities into an immersive installation that reflects on collective memory, cultural value, and processes of transformation within contemporary art.

To activate the space and deepen the immersive experience, a series of performances will take place on:
Wed, June 17 - 5pm
Fri, June 19 - 3:30pm & 6pm
Sat, June 20 - 3:30pm

Digital Catalogue

PT| A Perve Galeria tem o prazer de apresentar Flowing Upstream, um projeto especial de Martin Wöllenstein (Suíça), na VOLTA Basel 2026, que terá lugar na Messeplatz Basel, de 16 a 21 de junho de 2026.

Desenvolvido em colaboração com a Supreme Masqueraders Society (Gana) e com curadoria de Carlos Cabral Nunes, o projeto transforma materiais provenientes das festividades Ankos em Gana numa instalação imersiva que reflete sobre a memória coletiva, o valor cultural e os processos de transformação na arte contemporânea.

Para ativar o espaço e aprofundar a experiência imersiva, realizar-se-á uma série de performances nos seguintes horários:
Quarta-feira, 17 de junho: 17:00
Sexta-feira, 19 de junho: 15:30 e 18:00
Sábado, 20 de junho: 15:30

Catálogo

 

 

(em português mais abaixo)

 

ENG| 

VOLTA Basel 2026

Dates: June 16-21

Schedule:
Tuesday, June 16 (by invitation only) - 6pm to 8pm
Wednesday, June 17 (by invitation only) - 10am to 8pm  
Thursday, June 18 - 10am to 7pm
Friday, June 19 - 10am - 8pm
Saturday, June 20 - 11am - 7pm
Sunday, June 21 - 11am to 5pm

Location: Hall 4.U, Congress Center, Messeplatz 21, Basel

Perve Galeria is pleased to present Flowing Upstream, a special project by Martin Wöllenstein at VOLTA Basel 2026.

Developed in close collaboration with the Supreme Masqueraders Society in Ghana, the project originates in the Ankos festivities of Sekondi-Takoradi, where thousands of costumes are collectively produced each year and later dispersed or discarded after the celebrations. Working with these materials over several years of fieldwork and research, Wöllenstein reclaims and reconfigures them not as waste, but as a living archive of collective labour, memory, and transformation.

Rather than preserving these objects as documentation, Flowing Upstream dismantles and reassembles them into a new spatial language. What once functioned as carnival costume becomes architectural material for an immersive installation, where fragmentation is not loss but the beginning of a new structure of meaning.

Presented as an immersive labyrinth, the installation dissolves fixed distinctions between inside and outside, object and subject, use and excess. Movement, perception, and participation become central to the experience, while performance activates shifting situations inspired by carnivalesque practices of disguise, transformation, and role reversal.

At its core, the project reflects on how value is constructed: not as an intrinsic property of objects, but as a system of relations shaped by cultural, social, and symbolic frameworks. By redirecting materials traditionally defined as “waste”, Flowing Upstream proposes a reconfiguration of value itself, revealing its dependence on context and interpretation.

The physical journey of these materials from Ghana to Basel via the Rhine further extends this reflection, reversing historical flows of industrial circulation and repositioning remnants of collective celebration within a European institutional context.

Ultimately, Flowing Upstream operates at the intersection of sustainability, imagination, and artistic transformation, proposing not the management of waste, but the reinvention of the conditions through which meaning is produced.

 

 

PT| 

VOLTA Basel 2026

Datas: 16-21 junho

Horário:

Terça-feira, 16 de junho (apenas por convite) – das 18h00 às 20h00
Quarta-feira, 17 de junho (apenas por convite) – das 10h00 às 20h00

Quinta-feira, 18 de junho – das 10h00 às 19h00
Sexta-feira, 19 de junho – das 10h00 às 20h00
Sábado, 20 de junho – das 11h00 às 19h00
Domingo, 21 de junho – das 11h00 às 17h00

Localização: Hall 4.U, Congress Center, Messeplatz 21, Basel

A Perve Galeria tem o prazer de apresentar Flowing Upstream, um projeto especial de Martin Wöllenstein na VOLTA Basel 2026.

Desenvolvido em estreita colaboração com a Supreme Masqueraders Society, no Gana, o projeto tem origem nas festividades Ankos de Sekondi-Takoradi, onde milhares de trajes são produzidos coletivamente todos os anos e posteriormente dispersos ou descartados após as celebrações. Trabalhando com estes materiais ao longo de vários anos de investigação e trabalho de campo, Wöllenstein recupera-os e reconfigura-os não como resíduos, mas como um arquivo vivo de trabalho coletivo, memória e transformação.

Em vez de preservar estes objetos como documentação, Flowing Upstream desmonta-os e reagrupa-os numa nova linguagem espacial. O que antes funcionava como traje de carnaval torna-se material arquitetónico para uma instalação imersiva, onde a fragmentação não é perda, mas o início de uma nova estrutura de significado.

Apresentada como um labirinto imersivo, a instalação dissolve distinções fixas entre interior e exterior, objeto e sujeito, uso e excesso. O movimento, a perceção e a participação tornam-se centrais à experiência, enquanto a performance ativa situações em constante transformação, inspiradas em práticas carnavalescas de disfarce, metamorfose e inversão de papéis.

No seu núcleo, o projeto reflete sobre a forma como o valor é construído: não como propriedade intrínseca dos objetos, mas como um sistema de relações moldado por enquadramentos culturais, sociais e simbólicos. Ao reorientar materiais tradicionalmente definidos como “resíduos”, Flowing Upstream propõe uma reconfiguração do próprio conceito de valor, revelando a sua dependência do contexto e da interpretação.

O percurso físico destes materiais, do Gana até Basileia através do Reno, amplia esta reflexão, invertendo fluxos históricos de circulação industrial e reposicionando vestígios de celebração coletiva num contexto institucional europeu.

Em última análise, Flowing Upstream opera na interseção entre sustentabilidade, imaginação e transformação artística, propondo não a gestão dos resíduos, mas a reinvenção das condições através das quais o significado é produzido. 

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Perve Galeria's booth: M23

Represented artists: Ernesto Shikhani (1934-2010, Mozambique), Reinata Sadimba (b. 1945, Mozambique), Manuel Figueira (1938-2023, Cabo Verde), Teresa Roza d’Oliveira (1945-2019, Mozambique), Renée Gagnon (b. 1942, Canada), José Chambel (b. 1969, São Tomé & Príncipe), João Artur da Silva  (b. 1928, Portugal/UK/Canada), Hellal Zoubir (b. 1952, Algeria), Marya Al Qassimi (b. 1993, E.A.U.), Malangatana Ngwenya (1936-2011, Moçambique), Manuela Jardim (b. 1949, Guinea Bissau)


At Abu Dhabi Art, Perve Galeria—at booth M23 and through the In and Around project—presents a spectrum of voices from pioneering masters to contemporary creators, offering a nuanced vision of Lusophone and Global South art. Featuring works from the 1960s to 2025 across painting, sculpture, textiles, photography, and works on paper, the exhibition explores how colonial legacies, struggles for independence, and post-colonial identities continue to shape artistic practices in Lusophone Africa and its diaspora.

By connecting past and present, tradition and innovation, the project highlights urgent themes—political resistance, cultural identity, migration, memory, and nation-building—showcasing a resilient artistic tradition often overlooked internationally. Perve Galeria reaffirms its commitment to amplifying these voices and fostering dialogue across generations and geographies, inviting audiences to experience the transformative power of Lusophone and Global South art.



PT| 

Abu Dhabi Art Fair 2025
Datas: 17 a 24 de novembro

Horário:
17 de novembro (mediante convite) – Preview do Comité Anfitrião – Ladies Viewing (16h às 19h)

18 de novembro (mediante convite) – Preview para Patrons & Collectors (16h às 21h)

19 de novembro – Acesso antecipado para Patrons & Collectors (12h às 14h) (mediante convite) | Acesso ao público geral (14h às 21h)

20 a 24 de novembro –  Acesso ao público geral (14h às 21h)

Localização: Manarat Al Saadiyat, Saadiyat Cultural District, Abu Dhabi, EAU
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Stand da Perve Galeria: M23

Artistas representados:
Ernesto Shikhani (1934–2010, Moçambique), Reinata Sadimba (n. 1945, Moçambique), Manuel Figueira (1938–2023, Cabo Verde), Teresa Roza d’Oliveira (1945–2019, Moçambique), Renée Gagnon (n. 1942, Canadá), José Chambel (n. 1969, São Tomé e Príncipe), João Artur da Silva (n. 1928, Portugal/Reino Unido/Canadá), Hellal Zoubir (n. 1952, Argélia), Marya Al Qassimi (n. 1993, Emirados Árabes Unidos), Malangatana Ngwenya (1936–2011, Moçambique) e Manuela Jardim (n. 1949, Guiné-Bissau).


Na Abu Dhabi Art, a Perve Galeria — no stand M23 e através do projeto In and Around — apresenta um leque de vozes que vão desde mestres pioneiros a criadores contemporâneos, oferecendo uma visão plural e refinada da arte lusófona e do Sul Global. Com obras datadas entre a década de 1960 e 2025, incluindo pintura, escultura, têxteis, fotografia e trabalhos sobre papel, a exposição explora como os legados coloniais, as lutas pela independência e as identidades pós-coloniais continuam a moldar as práticas artísticas na África lusófona e na sua diáspora.

Ao estabelecer um diálogo entre passado e presente, tradição e inovação, o projeto aborda temas urgentes — resistência política, identidade cultural, migração, memória e construção de nações — revelando uma tradição artística resiliente, muitas vezes negligenciada a nível internacional. A Perve Galeria reafirma o seu compromisso em amplificar estas vozes e promover o diálogo entre gerações e geografias, convidando o público a descobrir o poder transformador da arte lusófona e do Sul Global.