Albino Moura
Erotismos
Desenhos e Esculturas | 5 de Outubro a 25 de Novembro

Perve Galeria
Rua das Escolas Gerais, 19 - 1100_218 Lisboa (Alfama)
junto à Igreja de St. Estevão
ph_(+351)21 882 26 07/8 | fax_(+351)21 886 24 60

Segunda a Sábado das 14h às 20 h

e-mail: galeria@perve.org.pt

Nasceu em Lisboa.
Autodidacta, recebeu orientação de Fred Kradolfer e colaborou em trabalhos de decoração. Expõe regularmente desde 1959, com participações no V e VI Salão de Arte Moderna da SNBA (1962/1963) e no I Centenário da SNBA (2002). Autor com obra galardoada, recebeu prémios de pintura das Câmaras Municipais de Abrantes e Vila Franca de Xira; a Medalha de Prata da Costa do Sol; Cartaz – Comemorações do Dia de Camões; Cartaz – Câmara Municipal de Palmela, 1985; Cartaz – Câmara Municipal de Vila Franca de Xira; Pintura Manuel Filipe; Menção Honrosa – Expo. Peq. Formato, Cascais; I Salão de Artes Plásticas, Sintra, 1992; Cartaz - Câmara Municipal de Seixal, 1992; Cartaz - Sindicato dos Bancários, 1993; Câmara Municipal da Amadora, 1993.
"A Luz é o elemento fortemente valorizado, é poesia que emana dos seus quadros (...) Ele é um homem fundamentalmente tocado pela criatividade e pela poesia, mas é, também, um irreverente e versátil personagem no sentido plástico".
José de Azevedo

Exposições Individuais:
1967 Galeria Amigos de Lisboa
1974 Galeria "Diário de Notícias", Lisboa
1979 Galeria A. M. Pereira
1982 Galeria "O País", Lisboa
1983 Galeria Aliance Française, Almada
1984 Hotel Tivoli, Sintra
Galeria Cetária, Setúbal
1985 Galeria Almadarte, Costa da Caparica
1990 Nova Galeria do Barreiro
1991 Galeria de Arte Escorial, Lisboa
Ditec, Espaço Arte, Lisboa
Galeria Roca, Marinha Grande
1994 Galeria de Arte do Casino do Estoril
Grade, Galeria de Arte, Aveiro
Galeria Artela, Lisboa
1995 Galeria Loios, Porto
Galeria Edmundo Cruz, Colares
1996 Galeria Augusto Cabrita, C. M. Seixal
Galeria Artela, Lisboa
Galeria Atelier, Laranjeiro
1997 Galeria Interatrium, Porto
Galeria Inquisição, Setúbal
1998 Galeria Municipal da Amadora
1999 Galeria Artela, Lisboa
Galeria Edmundo Cruz, Colares
Galeria Municipal de Almada
2000 Galeria Municipal do Barreiro
Refeitório Mundet, C. M. Seixal
Galeria Arte & Mar, Sesimbra
Galeria Municipal de Alcácer do Sal
Galeria Edmundo Cruz, Colares
Galeria Artela, Lisboa
2001 Galeria de Arte do Casino do Estoril
2002 Galeria Municipal Gymnásio, Lisboa
2002 Galeria Bonheur Du Jour, Lisboa
2003 Galeria Bonheur Du Jour, Lisboa
Perve Galeria, Lisboa
Artedoze, Algés

Prémios:
Pintura C.M. Abrantes
Pintura C.M. Vila Franca de Xira
Medalha de Prata da Costa do Sol
Cartaz - Comemorações do Dia de
Camões
Cartaz - C. M. Palmela,1985
Cartaz - C. M. Vila Franca de Xira
Pintura Manuel Filipe - Viragem, Cascais
Menção Honrosa - Exp. Peq. Formato, Cascais
I Salão de Artes Plásticas, Sintra, 1992
Cartaz - C. M. Seixal, 1992
Cartaz - Sindicato dos Bancários, 1993
C. M. Amadora, 1993


 

Biografia

“ A sua pintura é referencial com recreações medidas e tons incisivos que acentuam delineamentos de tendências e de paisagens humanas. onde os espaços estão na razão do protagonismo feminino em atitude de espera. de entrega, revelando-o como um pintor com base técnica e conhecimentos da sua arte, que chega até nós em renasceres continuados que buscam as fronteiras do tempo e sentem que a imaginação não sabe de ocasos porque por detrás deles há sempre uma nova alvorada. Por isso a sua pintura não é vanguarda nem retaguarda: é a expressão à volta de uma perspectiva concreta.
De vários modos podemos hoje dizer, depois das várias experiências que ensaiou, algumas conseguidas com eficácia e sucesso. que houve nele um retomo definitivo à figuração - uma figuração muito pessoal, entenda-se - intuída especialmente pelo ritmo das formas na pintura, onde não há concessões ao detalhismo mas se nota um novo sentido da cor, mais alegre. e pela crescente desenvoltura no desenho. verdadeiras sinfonias de riscos e traços que se vão ordenando e esboçando num paroxismo de formas e silhuetas, mas sempre desenvolvendo-se de maneira lógica, natural, vendo-se à evidência que o pintor nunca teve de violentar a sua própria inspiração nem de fazer concessões a gostos estéticos momentâneos. “

RODRIGUES VAZ

Albino Moura - da Cor e da Forma
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