Helder Silva

Dim.: 90x120 cm
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Dim.: 90x120 cm
Dim.: 90x120 cm
Dim.: 90x120 cm
Dim.: 90x120 cm
Dim: 43x19x14 cm
Dim: 50x25x20 cm
Dim: 47x17x15 cm
Dim: 32x12x12 cm
Dim: 21x11x08 cm
Dim: 21x12x10 cm
Dim: 51x53x20 cm
Dim: 36x12x12 cm
Dim: 35x17x15 cm
Dim: 40x16x18 cm
Dim: 35x16x18 cm
Dim: 33 x 16 x 15 cm e 38 x 16 x 15 cm
Dim: 43x20x16 cm
Dim: 40x17x18 cm
Dim: 30x13x15 cm
Dim: 36x20x11 cm
Dim: 46x21x16 cm
Dim: 37x19x15 cm
Dim: 42x17x14 cm
Dim: 26x20x13 cm
Dim: 20x15x18 cm
Dim: 14x08x08 cm
Dim: 16x11x10cm
Dim: 14x09x08 cm
Helder Silva | Azulejaria Contemporânea

Mário Helder da Silva Faria licenciou-se em pintura pela Escola Superior de Belas Artes de Lisboa no ano de 1970 e embora a sua carreira profissional tenha seguido pelo ensino a azulejaria andou sempre ao seu lado como complemento. Em 1984 especializou-se em Pintura Cerâmica / Azulejaria Clássica na Fábrica de Cerâmica de Constância em Lisboa, onde colaborou como assessor técnico-artístico até 1990.

Foi assistente do arquitecto João Abel Manta no projecto cerâmico da Avenida de Ceuta tendo também sido responsável pela execução do mesmo. Produziu vários painéis e criou padrões para diversas obras espalhadas pelo país: Oura Praia Hotel, Balalaia Hotel, Duoprol – Vilamoura, Pine Cliff Hotel, Casa de Fados “A Viela” – Lisboa, várias dependências do Banco Totta & Açores. Foi monitor de cursos de Azulejaria Clássica, Técnicas de Pintura em Azulejaria Tradicional e Azulejaria Tradicional Portuguesa.

Participou em diversos congressos entre os quais o Congresso / Exposição Mundial de Azulejaria nos Estado Unidos da América, patrocinado pela ELON Inc. de Nova Iorque para a qual o autor criou uma colecção de 80 azulejos. Através de um subsídio da Fundação Calouste Gulbenkian esteve presente na homenagem internacional a Picasso, realizada em Paris.

Entre os prémios que recebeu contam-se:

- 1º Prémio do Cartaz – Festival Internacional de Cinema de Tomar, 1984.

- 1º Prémio Concurso Nacional de Design Cerâmico, Caldas da Rainha, 1991.

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Notas sobre as obras em Exposição:

Os preconceitos com que, durante uma boa parte do séc. XX, o meio artístico e intelectual olhou para o Azulejo, estão hoje ultrapassados, e à Azulejaria é cada vez mais reconhecida a merecida classificação da mais característica e original expressão artística portuguesa. Esse reconhecimento o Azulejo deve-o ao trabalho incansável de artistas, uns conhecidos, outros completamente anónimos, que durante mais de 500 anos souberam responder com o azulejo às exigências específicas de cada época, através de um casamento perfeito entre o azulejo e a arquitectura, entre a inovação e a tradição, baseado na permanente exploração das potencialidades técnicas da cerâmica azulejar.

É nesta linha que deverá ser visto o trabalho de Helder Silva, na linha do trabalho também desenvolvido por outros artistas contemporâneos como Manuel Cargaleiro ou Querubim Lapa – dois dos muitos responsáveis pela reconquista do lugar do Azulejo no panorama da arte do séc. XX –, apenas não reconhecido pela crítica dada a discrição com que o artista se tem mantido no mundo da arte e da azulejaria portuguesas.

As obras agora expostas não são mais que a divulgação de um trabalho de pesquisa técnica e artística, regular e consistentemente desenvolvida pelo artista durante mais de vinte anos, onde a inovação na tradição ocupa o lugar central. Servindo-se de dois temas que lhe são caros, a mulher e a padronagem tradicional da azulejaria portuguesa – com motivos que vão desde a azulejaria hispano-árabe, até padrões contemporâneos criados por si, passando pelos motivos do séc. XVII e pelas fachadas lisboetas dos séculos XIX e XX –, Helder Silva transporta-nos para um mundo onírico, quase abstracto, mas pleno de sensualidade, onde a figura feminina apenas nos é sugerida por algumas, poucas, linhas antropomórficas, inteligente e subtilmente associadas às transições dos diversos padrões utilizados ou das texturas dos próprios azulejos, lisos e relevados, também eles na linha da tradição da azulejaria portuguesa.
________________________________________________António Quaresma

Ricardo Casimiro é um artista autodidacta cuja formação académica é Engenharia Química e que só iniciou o seu percurso na cerâmica depois dos 50 anos.

Desde cedo aprendeu a fazer os seus próprios brinquedos utilizando favas, batatas de formas estranhas ou rolhas velhas que se transformavam em touros e toureiros, enquanto do miolo do pão e das pratas dos bombons surgiam rosas e cisnes.

Durante 27 anos ensinou português a estrangeiros de quase todas as nacionalidades e aproveitou para aprender com essas outras culturas com que contactava. Foi aos 53 anos que decidiu enveredar pela cerâmica, lendo livros sobre olaria quando ainda nunca tinha tocado em barro. Com a sua participação num curso desta arte surpreendeu-se a si próprio e aos outros com as formas e personagens que nasciam do barro.

Em 2003 abriu o seu próprio atelier de arte cerâmica onde trabalha a tempo inteiro executando peças de autor em que os materiais predominantes são o grés e a pasta refractária.

Tem peças espalhadas por vários países como a Itália, a França, Suiça, Áustria, Dinamarca, Noruega, Holanda e E.U.A.

Biografia | Notas sobre as obras em Exposição

Al Zulej Cerasite _
Arte Contemporânea Portuguesa ___
Helder Silva | Azulejaria Contemporânea ___
Ricardo Casimiro | Cerâmica Escultórica___

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Comissário da exposição: Cabral Nunes
Ricardo Casimiro | Cerâmica Escultórica
 

Ricardo Casimiro

Biografia